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Política de Segurança da Informação


Última atualização em 28 de Julho de 2025.
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A Política de Segurança da Informação da Mindus define princípios essenciais para proteger informações contra ameaças internas e externas, garantindo sua integridade, confidencialidade,e disponibilidade.

A reprodução, o compartilhamento ou a divulgação de informações protegidas, bem como o uso indevido dos
sistemas e recursos da Mindus, são proibidos sem autorização formal. A divulgação de dados ocorre apenas mediante ordem judicial, solicitação de autoridades ou autorização expressa dos representantes legais, sempre com supervisão do departamento Jurídico/Compliance.

A Mindus monitora e audita o uso de informações protegidas para assegurar a conformidade, adotando medidas legais em caso de violações. Isso reforça nosso compromisso com a proteção de dados e com a confiança de nossos clientes e parceiros.


Escopo
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Esta política se aplica a todas as áreas da Mindus e é obrigatória para todos os seus colaboradores, consultores, parceiros, fornecedores e prestadores de serviço, sejam pessoas físicas ou jurídicas.
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Objetivos
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Assegurar a conformidade com a legislação aplicável e com os requisitos dos clientes relacionados à segurança da informação.Garantir a confidencialidade, integridade e disponibilidade da informação por meio de controles eficazes.Promover a melhoria contínua da nossa gestão e tecnologias, identificando e gerenciando os riscos associados à segurança da informação.

Princípios
Confidencialidade:
Proteger a informação contra acessos não autorizados, garantindo que apenas pessoas ou sistemas autorizados tenham acesso.
‍Integridade: Assegurar que os dados sejam precisos e confiáveis, estando protegidos contra alterações não autorizadas ou acidentais.
‍Disponibilidade: Garantir que as informações e os sistemas estejam acessíveis aos usuários autorizados sempre que necessário.

‍Diretrizes Gerais
1. O acesso a sistemas e informações deve ser protegido para garantir a confidencialidade, integridade e disponibilidade.
2. Senhas fortes, autenticação multifator e revisões periódicas de acesso devem ser implementadas sempre que possível.
3. Todos os dispositivos e softwares em uso devem ser autorizados e atualizados regularmente.
4. Dados sensíveis devem ser criptografados e acessados apenas por pessoas autorizadas.Incidentes de segurança devem ser reportados imediatamente e tratados de acordo com um plano definido.
Fornecedores e terceiros com acesso à informação devem seguir os mesmos padrões de segurança.Esta política é obrigatória e aplicável a todos os envolvidos, estando sujeita a auditorias e medidas corretivas em caso de não conformidade.

Diretrizes Específicas
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Inventário e Configuração
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Todos os equipamentos (computadores, dispositivos móveis, IoT) devem estar incluídos em um inventário atualizado.
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Deve-se manter um inventário dos softwares autorizados utilizados pela empresa, o qual deve ser revisado e atualizado semestralmente ou com maior frequência, conforme necessário.
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Dispositivos e softwares não autorizados devem ser removidos imediatamente.
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Todos os dispositivos devem ter firewalls ativados, serviços desnecessários desabilitados e utilizar conexões seguras (HTTPS, SSH).
O acesso a interfaces administrativas deve ocorrer por meio de protocolos de rede seguros, como SSH e HTTPS.
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A Mindus deve implementar e gerenciar um firewall em seus servidores, quando suportado.
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‍Gerenciamento de Dados Sensíveis
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A criação e manutenção de um processo de gerenciamento de dados sensíveis é obrigatória.
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A sensibilidade dos dados, seus responsáveis, o manuseio, os limites de retenção e os requisitos de descarte devem ser devidamente definidos.
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A documentação de gerenciamento de dados deve ser atualizada anualmente ou sempre que ocorrerem mudanças significativas que possam impactar essa salvaguarda.
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Deve-se manter uma lista de controle de acesso aos dados, baseada no princípio da necessidade de conhecimento (“need-to-know”) dos usuários.
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As permissões de acesso aos dados devem ser aplicadas em sistemas de arquivos locais e remotos, bancos de dados e aplicações.
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Os dados devem ser descartados de forma segura, de acordo com seu nível de sensibilidade.
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Dados sensíveis armazenados em dispositivos de usuários finais devem ser criptografados.
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Os fluxos de dados devem ser documentados e atualizados anualmente ou sempre que houver mudanças significativas que possam impactar essa salvaguarda.
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Dados sensíveis em trânsito devem ser criptografados utilizando o protocolo HTTPS.
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O acesso a dados sensíveis deve ser registrado, incluindo modificações e descartes.

‍Controle de Acesso e Gestão de Contas
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Senhas únicas devem ser utilizadas para todos os ativos da empresa.
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As boas práticas recomendam um mínimo de 8 caracteres para contas com autenticação multifator (MFA) e 14 caracteres para contas sem MFA.
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A autenticação multifator (MFA) é obrigatória para acessos sensíveis.
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Privilégios de administrador devem ser restritos a contas dedicadas de administrador nos ativos da empresa.
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A MFA deve ser aplicada a todas as contas administrativas, quando suportado, em todos os ativos corporativos, sejam eles gerenciados localmente ou por provedores terceiros, como AWS, Django, Iugu, Hostgator, Google Workspace, Firebase, Virgil, Vercel e Twilio.
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Sempre que possível, devem ser utilizados processos automatizados e imediatos para conceder acesso aos ativos da empresa durante o onboarding de usuários, atribuição de direitos ou mudanças de função.
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Sempre que possível, devem ser utilizados processos automatizados e imediatos para revogar o acesso aos ativos da empresa em casos de encerramento de contrato, revogação de direitos ou mudanças de função.
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A preservação de contas, em vez de sua exclusão, pode ser necessária para manter os direitos de auditoria.

‍Gerenciamento de Vulnerabilidades
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Varreduras devem ser realizadas mensalmente para identificar vulnerabilidades.
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Os softwares e ativos da empresa devem ser atualizados pelo menos a cada seis meses.
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Uma política de segurança atualizada deve ser mantida.
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Treinamentos de segurança e gestão de dados devem ser realizados, no mínimo, uma vez por ano com as equipes que lidam com dados sensíveis.

‍Monitoramento e Logs
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Os registros de atividades críticas devem ser centralizados e analisados semanalmente para identificar comportamentos suspeitos.
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Os registros devem ser mantidos por, no mínimo, 12 meses para fins de auditoria e conformidade, ou pelo tempo necessário para os propósitos aos quais se destinam.
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Logs relacionados a consentimento ou a incidentes de segurança devem ser preservados para demonstrar conformidade e para eventual defesa jurídica.

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Gerenciamento de Incidentes de Segurança


Processo de Resposta a Incidentes:
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Identificar e registrar o incidente.Isolar os sistemas afetados para evitar danos adicionais.
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Investigar a causa raiz e documentar as ações tomadas.
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Comunicar-se com as partes interessadas e, quando aplicável, com as autoridades regulatórias, dentro de até três dias úteis após a identificação do incidente.

    Plano de Recuperação:
         
Restaurar os dados a partir dos backups mais recentes.
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        Verificar a integridade dos sistemas antes de retomar as operações.

   Backup e Recuperação
         
Os backups devem ser realizados diariamente e armazenados em locais distintos e seguros.
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        Testes de recuperação devem ser realizados semestralmente para garantir sua eficácia.

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‍Treinamento em Segurança da Informação
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O treinamento de conscientização em segurança da informação deve ser realizado durante o processo de onboarding e, no mínimo, uma vez por ano, abordando os seguintes temas:
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    Mecanismos para reconhecer ataques de engenharia social.Boas práticas de autenticação, incluindo o uso de autenticação multifator (MFA).
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    Métodos adequados para identificar, armazenar, transferir, arquivar e destruir (ou anonimizar) dados sensíveis de forma segura.
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    Reconhecimento de incidentes relacionados à segurança da informação.
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    Riscos associados à conexão em redes não seguras e à transmissão de dados para fins corporativos.
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    Treinamento específico de acordo com as funções e responsabilidades dos colaboradores.
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‍Proteção de E-mail e Browser
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Somente navegadores autorizados devem ser utilizados.
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O Google Chrome será o navegador padrão de trabalho para a equipe da Mindus.
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Devem ser aplicados filtros em todos os ativos corporativos: ativar as configurações de segurança do Chrome com “Proteção padrão” ou “Proteção aprimorada”.Servidores DNS confiáveis e de boa reputação devem ser utilizados. Recomendados: 8.8.4.4 | 8.8.8.8.
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Políticas como o DMARC devem ser implementadas para prevenir fraudes por e-mail.
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Soluções antimalware devem ser implantadas e mantidas nos servidores de e-mail, incluindo verificação de anexos e/ou ambiente seguro de execução.

‍Gerenciamento de Prestadores de Serviço
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Estabelecer e manter um inventário de prestadores de serviço.
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Esse inventário deve listar todos os fornecedores conhecidos e identificar a sensibilidade dos dados que eles manipulam.
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Fornecedores com acesso a dados da empresa devem ser avaliados regularmente.
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Contratos com cláusulas claras de segurança são obrigatórios.
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O processo de desligamento de fornecedores deve ser conduzido de forma segura para garantir a proteção dos dados.

‍Testes de Invasão (PenTest)
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Testes de invasão devem ser realizados, no mínimo, uma vez por ano ou sempre que ocorrerem mudanças significativas na arquitetura dos sistemas ou nas aplicações.
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Os testes devem ser conduzidos por profissionais internos qualificados e independentes das equipes de desenvolvimento, ou por especialistas externos sob acordo de confidencialidade (NDA) e com escopos claramente definidos.
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O escopo de cada teste deve incluir superfícies de rede externas e internas, aplicações, APIs e ativos em nuvem que tratem dados sensíveis ou pessoais.
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Todas as vulnerabilidades identificadas durante o teste devem ser classificadas, documentadas e encaminhadas para remediação de acordo com seu nível de risco e criticidade.
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Os esforços de remediação devem ser verificados por meio de re-testes ou procedimentos de validação para garantir que os riscos foram devidamente mitigados.
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Os resultados dos testes de invasão e os relatórios de remediação devem ser armazenados de forma segura para fins de auditoria, com acesso restrito apenas a pessoas autorizadas.